São Josezinho de Anchieta

Padroeiro:

Dos catequistas.

História:

Nascido em 19 de março de 1534 em San Cristóbal de La Laguna, Tenerife, Espanha, José de Anchieta era filho de uma rica e proeminente família e possivelmente parente de Santo Inácio de Loyola. Ele foi educado em Portugal, e entrou para a Ordem dos jesuítas em 1551 com 17 anos. Foi missionário no Brasil, chegando 13 de julho em 1553.

Nomeado como “Apóstolo do Brasil”, foi co-fundador das cidades de São Paulo e São Sebastião do Rio de Janeiro.

Quando jovem deslocou a espinha e entrou para os jesuítas, foi enviado ao Brasil na esperança que com o seu clima quente, suas costas melhorassem. Isto nunca ocorreu e ele estava em constantes dores nas constas por 44 anos que ele trabalhou no Brasil.

Ele e o Jesuíta Manuel da Nóbrega chegaram em Piratininga na festa de São Paulo e assim nomearam a missão como São Paulo. Nascia assim a cidade de São Paulo. Seus fundadores, sob a inspiração de Manuel da Nóbrega, haviam sido os treze jesuítas chegados de São Vicente.

Em 1553 ele se encontrou com os índios Tupis que viviam nas proximidades da missão, e dominou rapidamente a língua dos índios. Por duas décadas José trabalhou na gramática indigina e escreveu dicionários que seriam usados pelos portugueses e pelos missionários.

José mais tarde foi feito refém por 5 meses pelos índios da tribo do Tamoios e durante este tempo ele compôs um poema em latim em Honra a Santíssima Virgem.

Como não tinha papel e tinta, ele escreveu na areia molhada e memorizou os versos. Quando de novo voltou para São Vicente ele passou, ao todo, 4.172 linhas para o papel.

José converteu a tribo dos Maramomis e compôs peças para os estudantes representarem. Ele as compunha em latim, espanhol, português e em Tupi, e como os seus dramas foram os primeiros escritos no Brasil, José é conhecido como o “Pai da Literatura Nacional Brasileira”.

Foi indicado Provincial Jesuíta em 1577, faleceu em 9 de junho de 1597 em Reritiba (hoje Anchieta) no Estado do Espirito Santo, Brasil, e beatificado em 22 de junho de 1980 pelo Papa João Paulo II.

Oração:

Bem-aventurado José de Anchieta, missionário incansável e Apóstolo do Brasil, abençoai a nossa Pátria e a cada um de nós. Inflamado pelo zelo da glória de Deus, consumistes a vida na promoção dos indígenas, catequizando, instruindo, fazendo o bem. Que o legado de vosso exemplo frutifique novos apóstolos e missionários em nossa terra.

Professor e mestre, abençoai nossos jovens, crianças e educadores. Consolador dos doentes e aflitos, protetor dos pobres e abandonados, velai por todos aqueles que mais necessitam e sofrem em nossa sociedade, nem sempre justa, fraterna e cristã. Santificai as famílias e comunidades, orientando os que regem os destinos do Brasil e do Mundo. Através de Maria Santíssima, que tanto venerastes na terra, iluminai os nossos caminhos, hoje e sempre.

Amém

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